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PF flagra desvio recorde de recursos públicos em 2011

Operações da Polícia Federal flagraram o desvio de R$ 3,2 bilhões de recursos públicos em 2011, dinheiro que teria alimentado, por exemplo, o pagamentos de propina a funcionários públicos, empresários e políticos, informa reportagem de Fernando Mello, publicada na Folha desta segunda-feira.

Perícia não encontra pólvora nas mãos

de Adriano e de garota

O diretor do DGPTC (Departamento Geral de Polícia Técnico e Científica), Sérgio Henriques, afirmou nesta terça-feira que o laudo do exame residuográfico coletado das mãos do jogador Adriano, do Corinthians, e da jovem Adriene Cyrino, 20, apresentou resultado negativo para resíduos de pólvora.

O valor é mais do que o dobro do apurado pela polícia em 2010 (R$ 1,5 bilhão) e 15 vezes o apontado em 2009 (R$ 219 milhões).

Os números inéditos estão em um relatóri

o produzido a partir apenas das operações. Segundo a Polícia Federal, trata-se do valor provado nas investigações, que são repassadas para o Ministério Público mover ações na Justiça e tentar reaver o dinheiro.

Hospital indenizará família após queda de bebê

A Casa de Saúde São José, localizada no bairro Humaitá, na zona sul do Rio de Janeiro, foi condenada porque uma enfermeira deixou uma recém-nascida cair no chão após o parto. A unidade terá de pagar R$ 20 mil, por danos morais, a Mônica Bastos e sua filha.

A autora do processo relatou que se internou no hospital para realizar a cesariana e, uma enfermeira deixou a criança cair no chão por não perceber a ausência da bacia de acrílico do berço. Sem saber de nada, a mãe reclamava da apatia da filha e ouvia como resposta que se tratava de um bebê calmo e tranquilo.
Um parente médico visitou a família e alertou que algo incomum poderia estar ocorrendo. A mãe do bebê foi informada sobre o acidente quando procurou a direção do hospital. Como a criança vomitava sem parar, foi exigida uma tomografia, exame que detectou a diferença de reflexos entre o lado direito e esquerdo. Em virtude do evento e das lesões ocorridas na recém-nascida, ela necessitou ficar internada na UTI Neonatal por dias.
A casa de saúde afirmou que embora tenha ocorrido o fato, não há dano a ser indenizado, pois tomou todas as medidas e procedimentos necessários de socorro à criança. Alegou também que o bebê não teve qualquer sequela decorrente do acidente.
Em sua decisão, o desembargador Cléber Ghelfenstein, da 14ª Câmara Cível, afirmou que a maternidade tem o dever de zelar e cuidar dos seus pacientes. "A responsabilidade civil da ré é patente, o nexo de causalidade reside no fato de serem oriundas da queda as lesões sofridas pela recém-nascida, queda essa que deveria ser evitada pelos profissionais de saúde em exercício na respectiva maternidade."

(Agência Estado)

Trânsito nas federais matou menos no fim de 2011

O recesso de fim de ano acabou com um número menor de mortes nas rodovias federais de todo país, na comparação com o mesmo período do ano passado. O balanço, divulgado hoje (3) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), mostrou que 460 pessoas morreram nas estradas durante o período de festas de Natal e de réveillon, ou seja, 18% menos que as 556 mortes registradas em 2010. Os dados se referem a 16 de dezembro até 2 de janeiro.

A PRF informou ainda que diminuiu também o número de acidentes e de feridos. Os feridos nas estradas federais foram 6.140, 16% menos que os 7.272 feridos do período anterior. O número de acidentes caiu 10%, de 11.643 para 10.536.

Pelo balanço, o feriado de Ano-Novo registrou uma queda mais acentuada no número de mortos, 44% a menos em relação ao réveillon do ano passado. Este ano, 75 pessoas morreram nas estradas no feriado do Ano-Novo e 91 no do Natal.

Minas Gerais, estado com a maior malha rodoviária do país, teve a maior ocorrência de acidentes, mortes e feridos. foram registrados 1.701 acidentes, com 66 mortes e 1.172 feridos. O Rio de Janeiro teve 977 acidentes com 29 mortes e 354 feridos. Em São Paulo, foram registrados 773 acidentes que causaram a morte de 30 pessoas, além de 312 feridos.


O coordenador-geral de Operações da PRF, Giovanni Di Mambro, atribui a redução nos números de acidentes, mortos e feridos ao aperfeiçoamento da estratégia operacional em todo país por meio de ações integradas de fiscalização em trechos considerados perigosos.

De acordo com o coordenador, foi dada mais atenção a 60 trechos, que totalizam 600 quilômetros de rodovias federais, localizados em áreas onde ocorrem, em geral, a maior parte dos acidentes de trânsito. Para Di Mambro, as ações, associadas à conscientização dos motoristas, colaboraram para a diminuição dos números. Mas, segundo ele, o trabalho de educativo precisa ser intensificado.

“Apesar das quedas dos números, o trânsito [nas rodovias federais do país] ainda continua violento”, disse Di Mambro. “A meta é reduzir em 50% [a metade] a taxa de acidentes em todo país, em dez anos, como determina a ONU [Organização das Nações Unidas]”, completou.

O coordenador acrescentou ainda que apenas este ano foram feitos mais de 33 mil testes de bafômetro, que registraram 1.082 resultados positivos para motoristas dirigindo alcoolizados.

(Agência Brasil)

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